quinta-feira, março 2
Life Coaching | Z-Point Coaching | www.JaimeDeJesus.pt
Combinando conhecimentos das áreas da Nova Psicologia, Inteligência Emocional Avançada,
Física Quântica, Programação Neuro-Linguística, Atma Vichara - Self-Enquiry...
What the Bleep Do We Know! O que raio sabemos Nós!
Qual é nosso propósito? De onde viemos? O que é realidade?
Abra bem os seus olhos para novas possibilidades!
O que é a realidade!? Um filme que coloca questões fascinantes e apresenta respostas que nos fazem expandir a mente.
O Que Raio Sabemos Nós!? Leva os espectadores a uma viagem de desvendar os segredos da vida. Amanda, uma mulher divorciada de meia idade, é empurrada para um mundo onde a ciência e a espiritualidade convergem. Como todo o conceito de realidade dela é desafiado, o seu também será. Veja por si mesmo porque este filme inovador se tornou um dos mais atraentes da última década.
O Que Raio Sabemos Nós!? (What the Bleep Do We Know!?) é um novo tipo de filme. É parte documentário, parte história e parte de elaborados e inspiradores efeitos visuais e animações. A protagonista, Amanda, interpretada por Marlee Matlin, encontra-se numa fantástica experiência de Alice no País das Maravilhas quando a sua vida diária, sem inspiração, literalmente começa a desvendar-se, revelando o mundo incerto do campo quântico, escondido atrás do que nós consideramos ser nossa realidade normal, de vigília.
Ela está literalmente mergulhada num redemoinho de acontecimentos caóticos, enquanto os personagens que ela encontra nesta odisseia revelam o conhecimento mais profundo e oculto, que ela nem sequer percebe que é o seu desejo realizado. Como todo herói, Amanda lança-se na crise, duvidando das premissas fundamentais da sua vida – que a realidade ela acreditou sobre como os homens são, como as relações com os outros devem ser, e como suas emoções estão afetando seu trabalho não é a realidade de todos!.
Como Amanda aprende a relaxar na experiência, ela vence os seus medos, ganha sabedoria e ganha as chaves para os grandes segredos das eras, tudo da forma mais divertida. Então, ela já não é a vítima das circunstâncias, mas ela está a caminho de ser a força criativa na vida dela. Sua vida nunca mais será a mesma.
Os quatorze principais cientistas e místicos entrevistados em estilo de documentário servem como um Coro Grego moderno. Numa dança artística cinematográfica, suas ideias são tecidas em conjunto como uma tapeçaria da verdade. Os pensamentos e as palavras de um membro do coro misturam-se com os do próximo, dando, ainda, mais ênfase ao conceito subjacente do filme sobre a interconexão de todas as coisas.
Os membros do coro agem como anfitriões que vivem fora da história e a partir dessa visão Olímpica, comentam as ações dos personagens abaixo. Eles também lá estão para apresentar as Grandes Questões enquadradas tanto pela ciência como pela religião, que divide o filme numa série de actos. No decorrer do filme, a distinção entre ciência e religião torna-se cada vez mais ténue, pois percebemos que, em essência, tanto a ciência quanto a religião descrevem os mesmos fenômenos.
O filme emprega animação para realizar o conhecimento radical que a ciência moderna descobriu nos últimos anos. Poderosas sequências cinematográficas exploram o funcionamento interno do cérebro humano. A animação peculiar apresenta-nos a menor forma de consciência do corpo – a célula. Efeitos visuais deslumbrantes reforçam a mensagem do filme de forma emocionante e poderosa. Feito com humor, precisão e irreverência, estas cenas são apenas parte do que torna este filme único na história do cinema e um verdadeiro vencedor de bilheteira.
Abra bem os seus olhos para novas possibilidades!
O que é a realidade!? Um filme que coloca questões fascinantes e apresenta respostas que nos fazem expandir a mente.
O Que Raio Sabemos Nós!? Leva os espectadores a uma viagem de desvendar os segredos da vida. Amanda, uma mulher divorciada de meia idade, é empurrada para um mundo onde a ciência e a espiritualidade convergem. Como todo o conceito de realidade dela é desafiado, o seu também será. Veja por si mesmo porque este filme inovador se tornou um dos mais atraentes da última década.
O Que Raio Sabemos Nós!? (What the Bleep Do We Know!?) é um novo tipo de filme. É parte documentário, parte história e parte de elaborados e inspiradores efeitos visuais e animações. A protagonista, Amanda, interpretada por Marlee Matlin, encontra-se numa fantástica experiência de Alice no País das Maravilhas quando a sua vida diária, sem inspiração, literalmente começa a desvendar-se, revelando o mundo incerto do campo quântico, escondido atrás do que nós consideramos ser nossa realidade normal, de vigília.
Ela está literalmente mergulhada num redemoinho de acontecimentos caóticos, enquanto os personagens que ela encontra nesta odisseia revelam o conhecimento mais profundo e oculto, que ela nem sequer percebe que é o seu desejo realizado. Como todo herói, Amanda lança-se na crise, duvidando das premissas fundamentais da sua vida – que a realidade ela acreditou sobre como os homens são, como as relações com os outros devem ser, e como suas emoções estão afetando seu trabalho não é a realidade de todos!.
Como Amanda aprende a relaxar na experiência, ela vence os seus medos, ganha sabedoria e ganha as chaves para os grandes segredos das eras, tudo da forma mais divertida. Então, ela já não é a vítima das circunstâncias, mas ela está a caminho de ser a força criativa na vida dela. Sua vida nunca mais será a mesma.
Os quatorze principais cientistas e místicos entrevistados em estilo de documentário servem como um Coro Grego moderno. Numa dança artística cinematográfica, suas ideias são tecidas em conjunto como uma tapeçaria da verdade. Os pensamentos e as palavras de um membro do coro misturam-se com os do próximo, dando, ainda, mais ênfase ao conceito subjacente do filme sobre a interconexão de todas as coisas.
Os membros do coro agem como anfitriões que vivem fora da história e a partir dessa visão Olímpica, comentam as ações dos personagens abaixo. Eles também lá estão para apresentar as Grandes Questões enquadradas tanto pela ciência como pela religião, que divide o filme numa série de actos. No decorrer do filme, a distinção entre ciência e religião torna-se cada vez mais ténue, pois percebemos que, em essência, tanto a ciência quanto a religião descrevem os mesmos fenômenos.
O filme emprega animação para realizar o conhecimento radical que a ciência moderna descobriu nos últimos anos. Poderosas sequências cinematográficas exploram o funcionamento interno do cérebro humano. A animação peculiar apresenta-nos a menor forma de consciência do corpo – a célula. Efeitos visuais deslumbrantes reforçam a mensagem do filme de forma emocionante e poderosa. Feito com humor, precisão e irreverência, estas cenas são apenas parte do que torna este filme único na história do cinema e um verdadeiro vencedor de bilheteira.
sexta-feira, abril 25
What the Bleep Do We Know! Down the Rabbit Hole. O Que Raio Sabemos Nós 2
Abra bem os seus olhos para novas possibilidades!
O que é a realidade!? Um filme que coloca questões fascinantes e apresenta respostas que nos fazem expandir a mente.
Parte documental, parte narrativa, este filme examina a física quântica, a bioquímica, a psicologia e a espiritualidade para responder a algumas das mais fundamentais questões da vida: O que faço aqui? Do que são feitos os pensamentos? O que é a realidade?
O que é a realidade!? Um filme que coloca questões fascinantes e apresenta respostas que nos fazem expandir a mente.
Parte documental, parte narrativa, este filme examina a física quântica, a bioquímica, a psicologia e a espiritualidade para responder a algumas das mais fundamentais questões da vida: O que faço aqui? Do que são feitos os pensamentos? O que é a realidade?
Amanda (Marlee Matlin galardoada com o Oscar de Melhor Actriz em Filhos de Um Deus Menor) é uma fotógrafa profissional infeliz e deprimida. Por "acaso" conhece Reggie, um rapazinho de nove anos, que lhe pergunta "até onde estás disposta a ir no mundo do desconhecido?" É então que Amanda inicia a confrontação - como Alice no País das Maravilhas - com o interior da sua alma e com as subtilezas da psique.
Entrelaçadas com a sua gradual transformação e renascimento estão entrevistas continuadas com alguns dos maiores cientistas e místicos do mundo. Estabelecem a relação entre a nossa compreensão actual da natureza do universo e o nosso lugar nele, incluindo a quê e como nós, seres humanos, estamos ligados.
A Versão Alargada apresenta uma extraordinária evolução em relação ao filme original. Inclui entrevistas com novos cientistas, entre outros extras, e apresenta novas descobertas científicas importantes, que realçam a real e profunda ligação entre a física quântica, a neurobiologia, a consciência humana e a realidade do dia-a-dia.
sábado, junho 6
Não são os acontecimentos que fazem sofrer...
São os pensamentos acerca desses acontecimentos...
São as interpretações que damos a esses acontecimetos...
São os julgamentos que atribuímos a esses acontecimentos...
São as crenças que temos acerca dos acontecimentos...
São os valores pelos quais rotulamos os acontecimentos...
São as emoções criadas por a manutenção desses pensamentos...
É a busca dos pensamentos pela situação que cria a emoção...
É o arrastar dessas emoções até ao momento presente...
É a ligação emocional ao acontecimento...
É a história criada desde o acontecimento até o agora...
É a identificação com essa nossa história...
É o sentido de identidade que criamos pela identificação com a história...
É pensarmos que nós somos a história...
É pensarmos que nós somos o acontecimento...
É pensarmos que nós somos o que sentimos...
É a história que a mente conta e que o ego rejubila em recriar...
São as interpretações que damos a esses acontecimetos...
São os julgamentos que atribuímos a esses acontecimentos...
São as crenças que temos acerca dos acontecimentos...
São os valores pelos quais rotulamos os acontecimentos...
São as emoções criadas por a manutenção desses pensamentos...
É a busca dos pensamentos pela situação que cria a emoção...
É o arrastar dessas emoções até ao momento presente...
É a ligação emocional ao acontecimento...
É a história criada desde o acontecimento até o agora...
É a identificação com essa nossa história...
É o sentido de identidade que criamos pela identificação com a história...
É pensarmos que nós somos a história...
É pensarmos que nós somos o acontecimento...
É pensarmos que nós somos o que sentimos...
É a história que a mente conta e que o ego rejubila em recriar...
quinta-feira, junho 4
Eu estou = Eu sou!
Voltemos à primária e relembremos que o verbo "to be" equivale aos verbos "ser" e "estar", em português. É importante destacar que, na língua inglesa, não há uma distinção entre "ser" e "estar".
Podemos então reflectir sobre o seguinte ponto de vista:
Eu estou = Eu sou. Quando a minha mente está no momento presente, Eu sou!
Eu estarei = Eu serei. Quando a minha mente está num momento futuro, Eu não sou!
Eu estava = Eu era. Quando a minha mente está num momento passado, Eu não sou!
"Vida e Momento são uma mesma coisa". Eckart Tolle
Podemos então reflectir sobre o seguinte ponto de vista:
Eu estou = Eu sou. Quando a minha mente está no momento presente, Eu sou!
Eu estarei = Eu serei. Quando a minha mente está num momento futuro, Eu não sou!
Eu estava = Eu era. Quando a minha mente está num momento passado, Eu não sou!
"Vida e Momento são uma mesma coisa". Eckart Tolle
A mente mente? A Mente humana e as suas programações.
Definição "normalizada" de mente:
mente
(latim mens, mentis, inteligência, alma)
s. f.
1. Parte do ser humano que lhe permite a actividade reflexiva, cognitiva e afetiva. = entendimento, espírito, intelecto, pensamento
2. Armazenamento de experiências vividas. = memória, lembrança
3. Disposição de espírito.
4. Aquilo que se pretende fazer. = intenção, intuito, pensamento, propósito, tenção
5. Maneira de compreender ou imaginar o mundo. = imaginação, percepção.
mentir - Conjugar
v. intr.
1. Dizer o que não é verdade.
2. Dizer o que não se pensa.
3. Enganar.
4. Fig. Falhar, malograr-se.
5. Faltar.
6. Não cumprir o prometido ou o que era de esperar.
A mente mente? :)
A Mente humana e as suas programaçõesA mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado, seja através de palavras, pensamentos ou actos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos, basta que você os aceite. Essa acção sempre acontecerá, independente se traga ou não resultados positivos para você.
Um cientista de Phoenix - Arizona - queria provar essa teoria. Precisava de um voluntário que chegasse às últimas consequências. Conseguiu um em uma penitenciaria. Era um condenado à morte que seria executado na penitenciária de St Louis no estado de Missouri onde existe pena de morte..
Propôs a ele o seguinte: ele participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a ultima gota final. Ele teria uma chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse. Se isso acontecesse, ele seria libertado, caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor.
O condenado aceitou, pois era preferível do que morrer na cadeira eléctrica e ainda teria uma chance de sobreviver.
O condenado foi colocado em uma cama alta, dessas de hospitais e amarraram o seu corpo para que não se movesse. Fizeram um pequeno corte em seu pulso. Abaixo do pulso, foi colocado uma pequena vasilha de alumínio. Foi dito a ele que ouviria o gotejar de seu sangue na vasilha. O corte foi superficial e não atingiu nenhuma artéria ou veia, mas foi o suficiente para ele sentisse que seu pulso fora cortado.
Sem que ele soubesse, debaixo da cama tinha um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem o pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que era o sangue dele que está caindo na vasilha de alumínio. Na verdade, era o soro do frasco que gotejava.
De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o condenado pensava que era seu sangue que estava diminuindo.
Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando fraco. Quando os cientistas fecharam por completo a válvula, o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu, sem ter perdido sequer uma gota de sangue.
O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre, ao pé-da-letra, tudo que lhe é enviado e aceito pelo seu hospedeiro, seja positivo ou negativo e que a morte pode ser orgânica ou psíquica.
Essa história é um alerta para filtramos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado, simplesmente grava e cumpre o que lhe é enviado.
"Quem pensa em fracassar, já fracassou mesmo antes de tentar. Somos o que pensamos e acreditamos ser".
revista "Super Interessante" de Julho 2002
Então não acredite em nada que leia aqui! Experimente! Vivencie! :)
Tendo adquirido perspectivas mais empoderadoras.
Tendo adquirido perspectivas mais empoderadoras, verifico que toda a minha vida me faz sentido. Mesmo as maiores contrariedades, dores, perdas, desespero... Enfim, todas as vivências em que na altura de as viver, sentia-me perdido, sem rumo, sem encontrar propósito algum para as estar a viver...
Durante esses períodos é complicado a pessoa ter a capacidade de sair do “seu umbigo” e alargar a visão para uma perspectiva mais abrangente, procurando algum significado, algum propósito de crescimento que determinada realidade lhe pode proporcionar.
É como que alguém perdido num bosque, rodeado de enormes árvores que lhe impedem de ver a melhor saída. Árvores essas que se podem equiparar num sentido metafórico aos aspectos aparentemente negativos que determinado acontecimento na nossa vida, nos impede de ver a resolução dessa contrariedade. Parecem-nos tão enormes essas árvores de dificuldades, que podemos ter tendência a sentarmo-nos com a “cabeça entre as pernas” e sentirmo-nos perdidos, sem saída, experimentando o desespero e sentirmos pena de nós mesmos, ou desatar a correr, experimentando todas as saídas possiveis experimentando a frustração e a dor de por exemplo tropeçar numa raíz duma dessas árvores, cairmos e batermos com a cabeça no chão.
Emocionalmente envolvidos no labrinto do medo, não temos descernimento para subir à àrvore mais alta ao nosso redor para então do alto, duma perspectiva mais elevada e abrangente, com um maior ângulo de visão, reconhecermos a melhor e mais rápida saída do labirinto em que nos encontramos.
O medo das contrariedades, obstáculos ou problemas, palavra última com que algumas pessoas definem certas realidades dificéis que vivem, tende a reduzir a nossa capacidade de ver a vida de um prisma mais elevado, confinando-nos somente a determinada e ínfima parte de informação que os nossos sentidos captam e transmitem à nossa mente. Não conseguimos ver, ouvir, sentir e muito menos percepcionar ou intuir realidades, soluções que estão, por exemplo visíveis para as pessoas que nos rodeiam mas que nós, por vivermos ancorados e condicionados pelo medo, não temos capacidade de perceber.
Na minha juventude, condicionado pelo orgulho ainda não reconhecido pela consciência e estruturalmente implementado nas raízes da minha personalidade, achando-me egocêntricamente “dono da razão”, seria incapaz de ouvir ou aceitar qualquer outro ponto de vista diferente do que o meu ego inflamado me dizia. A partir de certa altura passou a ser diferente. O que para mim hoje é um aspecto da realidade, amanhã pode ser alterado ou complementado se tiver o previlégio de alguma situação ou pessoa me brindar com outro ponto de vista e interpretação da realidade que eu ainda não tivesse realizado e o percepcione como válido.
Vou tentar ser o menos técnico possível em determinados conceitos possibilitando assim uma leitura mais fluída e prazerosa, embora certas áreas que sinto importantes de referir sejam definitivamente técnicas. Tentarei explaná-las com exemplos ilustrativos onde elas se possam aplicar para que se possa percebê-las na prática.
Subscrever:
Comentários (Atom)